27/05/2009

Será que o amor é realmente cego?


Muitos, quando amam, tapam os olhos para os defeitos, amenizam situações desagradáveis, brigas e discussões, só para não brigar com seu amado. Não dá ouvidos para afronta, tenta reverter o ataque de ciúmes, deixa-se controlar pelos horários de saída, chegada, onde vai, com quem, que roupa.. enfim.

Assim vivem em seu mundinho a dois, com satisfações, perseguições, sufocando o dia a dia da vida rotineira de ambos, porém, felizes por saber que isso é “cuidado”, é amor incondicional, curiosidades.. claro, por que não?! Aff.

Ainda chamam isso de amor?

Amor, que eu saiba, é liberdade, é prosa, união, compreensão, companheirismo, é poder estar ao mesmo tempo respirar por ser um sentimento puro, dividir prazeres e, principalmente, saber dividir indiferenças e não ser criado em um cativeiro íntimo. Uma vida a dois não significa que tem que seguir literalmente a palavra “a dois”. Vamos abrir nossas mentes, ser mais coerentes.

Por meu consentimento isso se resume em medo de perder, insegurança, comodidade. Fecham-se o mundo em torno do matrimonio egocêntrico.

Quando não, temos que escutar excrementos só por que ele tem o “pavio curto”.

Às vezes ouço e não acredito em meus ouvidos.

Por isso eu sempre digo: Amor é sorte!


Nenhum comentário: