25/01/2010

A outra face do Amor..


Não há como definir o Amor, sentimento de igualdade a dor, que causa medo, receio, sensações diversas entre saber, entender, sentir, viver, não-viver..

Como pode uma palavra tão pequena nos causar tantos sentimentos?!

Quando o assunto é Amor já pensamos em sinônimos de felicidade, atos de fidelidade, união eterna.. mas e o lado oposto?! O lado nostálgico que causa grandes confusões por dentro, sensações que, até mesmo, para decifrar é difícil ou impossível.

Aquele aperto no peito por não tê-lo, mesmo aqueles com o dom de aceitar perdas, ansiedade de vê-lo, mesmo que de longe, dor por perder, de saber que não é mais pra você.

Aceitar é fácil, difícil é conviver.. e não me digam que maturidade tem há ver com isso.
No amor não há idade, raça ou classe social que diferencie estatísticas de como agir, como você irá prosseguir.

O amor é multifacetado, é tirania, sobrecarga que desgasta, que irradia a ira. É sensação cair de um abismo e acordar no momento exato. É soluçar com dor ao chorar. Cegar os olhos a realidade, calar a vontade de gritar e ouvir sem merecer. É passar fome estando com a dispensa cheia é cair no rio e sentir cede. É padecer sem causa de enfermidades. É maldição que atormenta o bem estar.

Como borboletas sem asas, cavalo sem patas, amor é uma droga com suas alucinações que nos devoram sem percebermos.

Será mesmo mentira essa variedade de comportamentos?!

Acima notifico o outro lado da moeda, ou melhor, do amor. A vida a dois desgastada, quando o amor não acaba e se torna singular ele maltrata.

Amor é indefinível, e eu não disse nem uma só palavra sobre isso!

Que sem ele a vida não teria sentido, direção ou caminhos.. seria vazio!

Amor.. cada pessoa com sua maneira de senti-lo, demonstrá-lo, é como filosofar entre viver ou existir.
Sem ele não estaríamos aqui, afinal, quem nos criou foi por Amor e nos ensinou a amar o próximo.

Contraditório minhas palavras, não?! Mas não há como resumir em um curto espaço de linhas o amor de uma maneira que expresse o auge da palavra.

É como diz Shakespeare: “Pobre é o amor que possa ser descrito”.

Termino por aqui receitando que você Ame.. primeiro seu espelho, depois prepare-se para compartilhar.

3 comentários:

Tetê disse...

Você terminou do jeitinho que eu penso: prá que definir o amor, filosofar sobre ele? A melhor maneira de saber o que é o amor é amando e deixando-se amar! Obrigada pela visita! Bjks Tetê

Fernanda Valente disse...

Amei! rs... minha filisofia é, primeiro ame você, pois você já viu alguém que não se ama amar o próximo?

heheheh. um beijo grande

Priscila Rodrigues disse...

Tetê.. obg digo eu, querida.

Fê.. nunca (rs), há quem diga, mas nunca vi..

Beijos..