06/10/2010

Minutos – Diário de uma multifacetada..


É comum a vida nos mostrar o que ela oculta em detalhes pálidos, além da visão nítida, ou talvez, sensata. Administrar o dia sem rotina, cujo único detalhe a ser mudado é um pequeno sentimento que faz valer o dia.

Uma emoção num filme triste, o sorriso de lado da paquera que você deixa pra lá, o vinho na prateleira que te faz lembrar “aquele dia”. Sem perceber você se pega na lembrança da infância, como seria se tudo fosse diferente. Se olha no hoje e se orgulha por ser diferente.

Uma doença terminal te faz viver tudo que há pra viver, se você não precisasse se preocupar com isso seria infeliz por querer viver o que quer viver, ou viver o que o que vier. É a diferença entre o querer e agir – mórbido é essa frase.

Aquele homem na praça pintando quadros que te trás ideias, até mesmo, uma sensação, certa inveja, de querer e destacar entre os iguais, fazer valer a pena, é tão atraente. Como numa novela, que todo final é feliz, muitos não se agradam que a vilã saia ilesa, e para poucos, é o personagem mais excitante.

O que te faz diferente? Ser depressivo, porém, sensível a cada detalhe passado na vida, a sensação do frio no calor que te faz pensar nos porquês de cada evento do dia. Pessoas propícias a isso, são as que pensam, as que sentem, as que questionam.

Loucos? Quem não é? Ou somos poucos?

Sentir falta de tudo, das coisas, dos lugares, do que não viveu, parece saudade. Expressá-las em papéis tornam-se poemas, que poderá alguém se identificar ao ler. Não é tudo que devemos contar - deixo isso para o próximo – mas poder lembrar e transformar momentos, sentir além dos fatos é gratificante.

Eu poderia viver muitas vidas, e mesmo que a minha não seja motivo de se espelhar, até onde eu chego deixo dúvidas à aqueles que pensam que sou o que querem que eu seja.

“Momentos meus”

7 comentários:

Lobo disse...

Loucos todos somos. Os mais críticos são sempre os que dizem que não.

Eu tenho orgulho de ser doido. E falo mesmo: doido de pedra. Os outros que me aguentem! ahauahaua

Beijos Pri!

Sônia Silvino disse...

Oi, lindona!
Com certeza temos um pouquinho de loucura. Ainda bem! Ser "muito normalzinho" deixa a vida sem graça.
Beijos, amada!

A.S. disse...

Enquanto nos lábios sentirmos a polpa dos sonhos e as caricias arderem na ponta dos dedos, reinam os gélidos relógios do medo, nas margens da vida! Por isso todos seremos um pouco loucos... talvez!

Beijos
AL

Ronaldo disse...

oi minha querida,

tudo bem???

desculpe o sumiço, ma to trabalhando muiiiiiiiiiiito, e la do serviço não consigo acessar muita coisa....

Um lindo final de semana de feriado pra ti

bjs com carinho

Ro

Aline Netto disse...

Cilla, amada!
Agora estou com um blog novo (o Devaneios acabou sua história), anota aí: www.datilografiaparamadores.blogspot.com
Beijos, querida!

Tetê disse...

Um texto muito verdadeiro... quanto aos loucos, desconfio sempre de quem se diz normal: esse é geralmente muito doido! rs...rs...rs... Coloquei um album com fotos das férias na lateral do blog! Bjks e bom feriadão! Tetê

Suedivaldo disse...

Oi Pricila, Tudo bem?
Que bacana esse seu blog, muito interessante estou lendo vários textos aqui. Esse mesmo ta incrível. Parabéns pelo Blog e pelos Textos.
Vou continua acompanhando seus textos, pois já tou seguindo já. Segue o meu lá também, tem um trabalho bem bacana.

http://galeriadephotoos.blogspot.com/

Saudações, Abraço!

Suedivaldo