19/06/2012

Pra onde vai a “soberbêz”


(Dois casos parecidos em 
um mesmo post, onde 
um caso é verídico e o 
outro nem tanto assim 
como narrei)

Ele sempre foi do tipo “saúde é o que interessa o resto não tem pressa”. Dono de uma beleza sublime, olhar encantador e sorriso perfeito. Um corpo escultural, dourado do sol no ponto certo e músculos definidos.

Como sua aparência física o favorecia a “escolher” as mais bonitas, elegia uma a cada dia pra se divertir. Como ele mesmo dizia: “Eu posso, sou bonito, sou musculoso, sou charmoso, tenho carro e uma moto. Pra estar ao meu lado tem que ter, no mínimo, a perfeição”.

Já tinha se tornado hobby iludi-las dizendo serem únicas, só que se esquecia de dizer a tal, ser a única da noite e não em sua vida – pelo menos não eram várias num único dia.

Ele gostava das recatadas. Dizia que a mulher pra ser digna de sua companhia é aquela que mal sai de casa, aquela que só trabalha, estuda e vai à igreja nos fins de semana. Balada é coisa de leviana, essas não servem!

Ai dela beijar no primeiro encontro. Ai dela beijar de língua no segundo encontro. Ai dela sentir tesão no terceiro encontro.. Pra ele não servia! Pois a mulher digna tem que se preservar. Entretanto, pelo menos, ela não precisava ser virgem, pois se não “rendesse” na cama também não servia.

Não adiantava chorar dizendo que o amava se a mulher, além de ter todos os atributos citados acima, não tivesse faculdade e dinheiro no bolso, também não servia. Pois só as bem de vida eram dignas de andar no seu Gol Bolinha (Pois é, Gol Bolinha).

Enfim.. Um belo dia, porém frio, muito frio. Ele tinha acabado de tomar seu banho quentinho, já havia escolhido sua roupa, seu perfume e a mulher da noite. Quando ele sai do banheiro e, seu corpo quente em colisão ao vento frio da noite, faz ele se sentir mal e desmaiar, acordando no hospital.

Seu mundo perfeito se acabou naquele dia e sua vida não fazia mais sentido. Ele não acreditava que tivesse sofrido um derrame seguido de uma hidrocussão. Ao se olhar no espelho, em cada lágrima de seu rosto, ele via o reflexo de cada mulher iludida e lembrou-se de tantas que, por ele, choraram.

Perdeu seu carro, sua moto, pois precisava pagar os tratamentos e afastado pela caixa mal dava pra comprar mantimentos. Perdeu sua beleza, sua autoestima e sua eficácia em seduzir.. Já não era o mesmo homem.

Com algumas cirurgias conseguiu reparar 60% do seu rosto. Com muita terapia conseguiu se conformar a nova fisionomia e, com muito sacrifício, mudou de conceito sobre as mulheres, já que não podia mais escolher.

Um dia, muito triste, andando pelas calçadas de seu bairro, encontra uma velha colega de escola. Uma menina desprovida de beleza que sentava na primeira carteira e não conversava com ninguém por se sentir rejeitada. Infelizmente os anos não a fizeram bem, continuava estranha. Mas sua simpatia supria o que lhe faltava por fora.

Depois desse dia ele não parou de pensar naquele encanto de palavras que sussurravam músicas em seus ouvidos. Por sorte trocaram telefones. E, quando ele não aguentava mais de vontade de ouvir sua voz novamente, telefonou pedindo para se encontrarem.

Ela, se sentindo com “sorte” aceitou encontrá-lo. No primeiro encontro se beijaram, fizeram amor e dormiram de conchinha, selando o início de um relacionamento para toda a vida..

Fim feliz J 

16/06/2012

Amor rasgado




Invejo teus anos felizes no subúrbio com aquela puta
Tenho raiva do passado, das mentiras despontadas
Do que eu podia fingir em ser pra você
Das vezes que deixei de te mandar ir se fuder

Tenho ódio de todo meu amor casto, insano e maldito
Ódio desse amor desmedido, bandido e profano
Amor intruso, amor contuso, amor banido e abjeto
Amor despojado, amor refutado, amor injusto e nefasto

Invejo teu segundo casamento com aquela outra puta
Tenho raiva da santa de saia curta e buceta hirsuta
Da tua mania de achar que é príncipe encantado
De você ter fugido com meu único cavalo e me deixado

Odeio tua boca que dizia me amar, que me beijava por inteira
Odeio ser o teu passado, ser teu álbum de fotografia descorado
Enojo teu arrependimento, tuas suplicas de volta, teu corpo imundo
Odeio teu amor, minha dor, teu mundo, meu amor, tua dor, nosso rumo

11/06/2012

"Nóis" na Paulista e eu no banco.


Eu estou com tanta preguiça esses dias, taaanta preguiça, que estou quase indo ao Doutor e pedir uma injeção de levanta defunto. Ao mesmo tempo estou tensa por esse mês ter três audiências de “tudo ou nada”. #É-Tenso!

Mas, deixando as lamúrias de lado, tive um domingo maravilhoso com meu amigo John e outras pessoas que conheci, por meio dele, na Parada Gay. Foi muito bom, não dançava tanto há uns três anos, rs. Ri muito, me surpreendi muito e não bebi nada, a não ser duas coca-colas (é sério).

O que não ficou muito legal foram as fotos, só deu pra salvar algumas que mostro no final do post.. Enfim, estou passando hoje só pra visitar, dar Oi ao Blog, aos meus chegados e contar algo que me deixou morrendo de vergonha hoje. Foi assim:

Hoje eu fui ao banco do Itaú (não é propaganda, nem se eu quisesse, rs), e na hora de passar pela porta giratória fui barrada por causa do meu celular, como sempre esqueço de coloca-lo na porta desse banco.

Até ai tudo bem, passei.. Mas na hora de pegar o celular para guardar, como ele é digital, sem querer apertei em alguma coisa que o direcionou a tocar “O Time do Palavrão Brasileiro”. Eu, no apavoro, não conseguia desligar, pois tinha saído da pasta de música.

Eu tentei abafar o som com a mão, mas não conseguia e a segurança, pensando que era alguma coisa suspeita, veio em minha direção perguntando: O que é isso senhora?

Eu, já entrando em desespero, quase o taquei no chão só pra ele parar de me fazer pagar esse king Kong, finalmente, consegui tirar a bateria. Então fiz um sinal pra segurança que estava brigando com meu celular.

Eu ri junto com as pessoas a minha volta, inclusive com a segurança, pra não ficar aquele clima de embaraço..rs. Pra quem não conhece a narração do Time do Palavrão Brasileiro é essa aqui:





 Beijinhos e até..  eu relaxar a mente.
***

Algumas da Parada Gay:


As donas da festa.. 



Estava frio, mas só eu estava de blusa.. Rs.



Andando igual camelo..