29/06/2010

Mulheres que amam de menos - Não anônimas! [2]

Manu: Eu, Manuela, tenho trinta e dois anos. Não escondo minha idade; continuo gostosa. Nunca fui casada, não tenho filhos e meus relacionamentos costumam durar até eu descobrir que o sujeito se apaixonou mais pelo meu patrimônio do que por mim.

Tentei gostar do Fabiano. Tá... gostei um pouquinho.

Mas ele só queria sair com o meu carro.

Tenho quase certeza de que era para economizar a gasolina dele.

Nós: Mas o Michel não fazia justamente o contrário? Não ia sempre te buscar, te deixava em casa, te levava aos restaurantes mais caros e nunca deixava você dividir a conta?

Manu: Ah, não! Aquele queria ser meu motorista particular. Escolhia os lugares, abria a porta do carro, decidia tudo...

Parecia até que eu vinha de fábrica com manual de instruções.

Já me viram aceitar que dirijam a minha vida?

Nós: ...

Tá bom, deixa pra lá.

Paty?


Paty: Eu, Patrícia, me divorciei há três meses do Felipe.

Ele era maravilhoso.

Carinhoso, trabalhador, companheiro, fiel...

Lembrava das datas importantes, aparecia com flores, presentes, chocolates quando eu estava de TPM.

Gostávamos das mesmas coisas, viajávamos juntos, dançávamos, conversávamos por horas...

E o sexo...

Nós: Chega!

Se ele era esse homem todo, por que vocês se separaram?

Paty: Não sei.

Tenho só vinte e três anos.

Ainda quero conhecer muita coisa, viver outras experiências.

Percebi que não nasci para morar num mundo a dois.

Mas foi bom enquanto durou.

Pelo menos a venda dos bens pagou minha faculdade.

Nós: Estamos oficialmente bege.

Até outro dia você escolhia o nome dos futuros filhos.


Elas: E você, Cilóka?

Por que terminou com o Rodrigo?

A gente jurava que aquele grude terminaria em casamento.

O que aconteceu?

Eu: Me diz uma coisa...

Tenho cara de Banco 24 Horas?

Tenho cara de caixa eletrônico?

Tenho filho barbado para sustentar?

Tenho uma fábrica de dinheiro escondida no quarto?

Porque, sinceramente, nunca me vi adotando marmanjo.

Já me viram namorar alguém que vive pedindo dinheiro para gasolina, para consertar pneu, para isso, para aquilo...

E que ainda chega cheirando a fumaça?

Elas: Ah...

Eu: Não.

Não sou otária.

Pronto, falei.

Elas: E ele pagou o que estava devendo?

Eu: Não.

Mas o capacete continua comigo.

E mais algumas coisinhas também.

Acho que, quando vender tudo, finalmente recebo o dinheiro de volta.

(risos)

Elas: Nossa...

Tudo bem que vingança nunca é uma boa ideia...

...mas...

(silêncio coletivo)

Estamos do seu lado, amiga.

(risos)

Nós: Hahahaha...

Vamos assistir ao jogo.

11 comentários:

A.S. disse...

Priscila,

Nénhuma relação afectiva sobrevive se não houver cumplicidade... em tudo. Sem limites!
Ser amante é ser cúmplice!


Beijos, querida!
AL

Marinha Luiza disse...

Muito bom!
Realmete as mulheres nunca estão satisfeitas... uahsuahs

Anônimo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anônimo disse...

Pri... adorei! Ninguém se conforma com o que tem, infelizmente. E sempre a grama do vizinho é mais verde...
É aquela coisa: "Eu era feliz e não sabia". No caso da Paty de 23 anos. Mas também parto do pressuposto que se não tá satisfeita, tem que fazer à fila andar mesmo. Vivemos infinitamente em busca da felicidade. Beijosss Amiga =)

Sônia Silvino (CRAZY ABOUT BLOGS) disse...

Boa noite Pri!!!
Vim prestigiar o teu blog!
Adorei o texto de hoje! Ah... as mulheres!!!
Um presente para você:
"POEMA DO AMIGO

Escuta meu amigo...
A qualquer hora em que chegares, sentarás comigo à minha mesa.
A qualquer hora em que bateres à minha porta, o meu coração também se abrirá.
A qualquer hora em que chamares, eu me apressarei.
A qualquer hora em que vieres, será o melhor tempo de te receber.
A qualquer hora em que te decidires, estarei pronto para te seguir.
A qualquer hora em que quiseres beber, eu irei à fonte.

A qualquer hora em que te alegrares, eu bendirei ao Senhor.
A qualquer hora em que sorrires, será mais uma graça que o senhor me concede.
A qualquer hora em que quiseres partir, eu irei à frente nos caminhos.
A qualquer hora em que caíres, eu estenderei os braços.
A qualquer hora, em que te cansares, eu levarei a cruz.

A qualquer hora em que te sentires triste, eu permanecerei contigo.
A qualquer hora em que te lembrares de mim, eu acharei a vida mais bela.
A qualquer hora em que partires, ficarás com a lembrança de uma flor.
A qualquer hora em que voltares, renovarás todas minhas alegrias.
A qualquer hora que quiseres uma rosa, eu te darei toda roseira.
Eu te digo tudo isso, porque não posso imaginar uma amizade
que não seja toda, de todos os instantes e para todo bem."(Cid Moreira)
Beijinhos carinhosos!!!
SÔNIA SILVINO'S BLOGS
Vários temas & um só coração!

Anônimo disse...

A mulherada anda mais esperta atualmente,os homens q se cuidem rs.
Como vc está minha flor?
Obrigado pelo seu carinho sempre.
Beijokas.

ONG ALERTA disse...

Lembra ninguém faz nada sozinho, paz.
Beijo Lisette.

Tetê disse...

Pri querida... Esses seus posts seus ótimos! Papo de amigas é sempre muito divertido! Obrigada pela visita ao Livre Pensamento! Bom final de semana! Bjks Tetê

Maria Auxiliadora de Oliveira Amapola disse...

Boa noite, querida amiga Priscila.

Eu estava sem conexão, e ansiosa para vir aqui.

Texto muito divertido.
Mostra que é preciso nos conhecermos primeiro, para depois sabermos o que nos convém.

Um abraço apertado, amiga. Tenha um belo fim de semana.

Lindalva disse...

maravilhooooooooso este post amiga. E aproveitando a passagem te convido para a festa de 2 anos do quiosque azul, acontecerá hj na Ilha, te espero lá. Milhões de beijos azuis!

Biagio Grisi disse...

Estive ausente, mas, estou de volta
garota.
Obrigado por aceitar-me como amigo no FACE BOOK.
Um abração