05/05/2010

Mulheres que amam de menos - Não anônimas!

Cris: Eu, Cristina, estou namorando há dois meses um homem lindo. Roberto. Moreno, alto, forte... daqueles que chamam atenção quando entram em qualquer lugar. Ele me leva aos restaurantes mais sofisticados, me presenteia com o bom, o melhor e o ótimo. Confesso: muita gente morre de inveja. (risos)

O problema é que ele não tem conteúdo. Aliás, tenho um talento quase sobrenatural para encontrar homens lindos e culturalmente desertos. Tudo bem, são eles que pagam a conta, mas sou eu quem escolhe os lugares. Se dependesse deles, nossos encontros seriam em parques de diversão.

Nós: Hum... Mas já vimos muitos homens interessantes atrás de você. O Márcio, por exemplo.

Cris: O Márcio? Aquele cabeça de ovo? Deus me livre! (risos)

Nós: (risos) Então continue colecionando homens bonitos como quem coleciona bolsas. Alguns acumulam livros, você acumula acessórios humanos.


Chele: Eu, Michele, namoro o William há um ano e meio. Desde o primeiro encontro ele aparece com flores, bombons... é absurdamente romântico. Carinhoso o tempo todo. Às vezes chega a cansar.

Parece que eu atraio esse tipo de homem. Aqueles que tratam a gente como uma porcelana rara. Cinema? Só filmes delicados. Mensagens? Uma a cada cinco minutos perguntando se estou bem.

Eu queria alguém mais ousado. Um homem que não achasse que eu preciso de supervisão vinte e quatro horas por dia.

Nós: Hum... Mas, Chele, você parece uma bonequinha. Fala baixinho, tem esse jeitinho delicado... Por que nunca deu uma chance ao Rogério?

Chele: O quê? Aquele ogro? Só sabe falar de futebol, cerveja e churrasco. Se existisse uma escola de boas maneiras, ele teria repetido de ano.

Nós: Então, caçulinha da turma, pare de reclamar do William... e sossega o facho. (risos)

Elas: E você, Cila? Quem é a vítima da vez?


Eu: (risos) E quem disse que existem vítimas?

Estou numa fase contemplativa. Apenas observando territórios, conhecendo novos conceitos, visitando outros recintos.

Understand me?

Elas: Ahhh...

Vamos jogar bilhar!

11 comentários:

Fernanda Santiago Valente disse...

é bem assim Pri... é melhor nenhuma delas reclamar. rs

A.S. disse...

Pris...

Adorei essa conversa! Bem esclarecedora... :))

Beijosss
AL

Mirtes disse...

Nossa Priscila, muito boa, muito boa mesmo esta postagem você é bastante engenhosa. Será um prazer te seguir e fazer parte de tudo isso aqui!!

Grande beijo

Anônimo disse...

Muiiito bom.
Vc está melhor amada?Essa gripe quando nos pega acaba com a gente.
Fica tranquila tá e se cuida.
Um beijo grandão.

Maria Auxiliadora de Oliveira Amapola disse...

Muito divertido.
Espero que esteja bem, sem a gripe.

Um grande abraço. Boa noite.

Marinha Luiza disse...

Realmente adoro passar por aqui! *-*

ONG ALERTA disse...

A vida é de verdade...paciência, não somos ideias também, com jogo de cintura conseguimos, paz.

Aparecida Azevedo disse...

Aiai! Parece que ninguém está satisfeito com o que tem... Oi amiga Priscila, estou em falta com você porque não pude comparecer ao seu aniversário. Com certeza já não tem um pedaço de bolo pra mim né? Mesmo atrasada desejo que neste início de ano pra você, a vida lhe traga tudo aquilo que você desejar e tb prosperidade e abundância. Receba agora um grande abraço. Também venho oferecer o mimo do dia das mães dos meus blogs.Um vc já conhece e o outro vou deixar o endereço abaixo. Beijo.

Tetê disse...

Pri querida... Eu adoro esses seus posts de bate papo entre amigas. Se eu estivesse nessa troca de figurinhas eu diria simplesmente: gente, não existe ninguém perfeito! rs...rs...rs... Obrigada pela visita ao Livre Pensamento! Fico feliz de encontrar você por lá! Bom final de semana! Bjks Tetê

Priscila Rodrigues disse...

Obrigada, meus amores, respondo lá no Blog de vcs.

Beijos..

Crazy Moleque disse...

Priscila, apreciei muito o seu blog. Vou passar por aqui de vez em quando!!!

Bjs.